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Alemanha pode ficar fora do grid pela primeira vez em 40 anos


A possibilidade de Sebastian Vettel ficar sem carro para pilotar na Fórmula 1, em 2021, pode fazer com que a Alemanha não tenha competidor na principal categoria do automobilismo mundial pela primeira em 40 anos, desde a temporada de 1981. O país germânico é o segundo colocado no ranking de títulos (12) e vitórias (179) atrás apenas do Reino Unido (18 canecos e 289 triunfos) - e tem o maior campeão e maior ganhador de GPs de todos os tempos, o heptacampeão Michael Schumacher, que subiu ao topo do pódio de 91 corridas.


Para se ter uma ideia da importância dos pilotos alemães nas últimas décadas, de 1992 até 2019 (27 anos), apenas na temporada de 2007 nenhum Grande Prêmio foi vencido por um germânico. Já em 2010 eram sete os representantes do país (Sebastian Vettel, Michael Schumacher, Nico Rosberg, Nico Hulkenberg, Adrian Sutil, Nick Heidfeld e Timo Glock).


Na última quinta-feira, a Ferrari oficializou a decisão de não renovar o contrato do tetracampeão Vettel e anunciou a contratação do espanhol Carlos Sainz. No mesmo dia, a McLaren, um provável destino de Sebastian, comunicou o acerto com o australiano Daniel Ricciardo. O alemão de 32 anos, tetracampeão mundial de F1 e vencedor de 53 corridas (top 3) cumprirá o seu vínculo com a escuderia italiana até o fim desta temporada de 2020 - que deverá ser iniciada em julho, na Áustria.


O futuro de Vettel passou a ser uma incógnita. Único alemão do grid neste ano, após a saída de Nico Hulkenberg, que deixou a Renault no fim de 2019, ele foi prejudicado pelo fato da categoria estar parada por conta da pandemia global de coronavírus. Isso fez que com que a chamada silly season (dança das cadeiras) começasse mais cedo do que o esperado.


FONTE: Globoesporte.com

FOTO: Charles Coates/Getty Images

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