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Com medidas e crédito da CBF, Grêmio ajusta caixa e ganha respiro até setembro


Uma semana antes do fim do mês de junho, o Grêmio tem pontas determinantes da segunda fase do plano de contingência contra a crise bem atadas. As medidas tomadas até o momento, como o parcelamento de parte dos salários dos atletas, ajustam o fluxo de caixa do Tricolor e dão um respiro até setembro.


O trabalho executivo gremista foi dividido em partes. Depois da primeira projeção, entre março e junho, entra em vigor a segunda fatia do plano de contingência a partir do dia 1º de julho. A renegociação do salário do grupo é um exemplo de medidas para este período.


A linha de crédito da CBF, de cerca de R$ 10 milhões para o Grêmio, também será usada para manter os compromissos em dia após as renegociações com fornecedores. O principal objetivo da segunda etapa montada pelo executivo geral Carlos Amodeo é justamente reajustar o fluxo de caixa até o final de setembro.


O valor a ser recebido da CBF é semelhante ao buscado com bancos no início da pandemia. Ainda em março, o Grêmio recorreu à captação bancária para criar uma gordura a ser utilizada durante o período. A revelação foi feita pelo executivo de controladoria, Fabiano Würdig, no Dinheiro em Jogo com Rodrigo Capelo.


Nesta segunda fase, segundo Amodeo, não está previsto nenhum outro aporte financeiro. A situação não fica confortável, mas a crise passa a ser superável até setembro. Na projeção gremista, o futebol retorna no início de agosto, o que faz algumas receitas retornarem ao fluxo sazonal.


Além do parcelamento de parte dos salários dos jogadores, o clube também já havia postergado o pagamento dos direitos de imagem dos atletas deste período sem partidas em 2021.


FONTE: Globoesporte.com

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