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CPI dos Respiradores: Últimas informações da ALESC


O ex-chefe da Casa Civil Douglas Borba (foto) garantiu aos membros da comissão parlamentar de inquérito (CPI) sobre os 200 respiradores artificiais adquiridos pela Secretaria de Estado de Saúde que não teve qualquer participação nesse processo e que só ficou sabendo do pagamento antecipado de R$ 33 milhões no dia 22 de abril, quase 20 dias depois da conclusão da compra.


Ele classificou o processo como desastroso, no qual “ritos não foram obedecidos”, e atribuiu toda a responsabilidade à Secretaria de Estado. Borba foi o terceiro e último depoente da reunião da CPI que começou na tarde de terça-feira (2) e atravessou a madrugada desta quarta-feira (3). Eram mais de 0h50 quando o ex-chefe da Casa Civil iniciou o seu depoimento.


Ao todo, a reunião, na qual foram ouvidos também o ex-secretário de Estado da Saúde Helton Zeferino e a ex-superintendente de gestão administrativa da Saúde Marcia Regina Geremias Pauli, durou quase 10 horas e meia.


Borba explicou aos deputados que todo o planejamento para a compra de insumos e equipamentos para o Estado enfrentar a pandemia foi elaborado pelo secretário Helton Zeferino. Afirmou que, por solicitação de Zeferino, encaminhava para a servidora Marcia Pauli todas as indicações de possíveis fornecedores. Ele negou ter feito qualquer tipo de pressão sobre a servidora para que determinado vendedor fosse atendido.


Por falar nisso, a ex-superintendente de gestão administrativa da Saúde Marcia Regina Geremias Pauli (foto abaixo) abriu os depoimentos desta terça-feira (2) da CPI. Durante as três horas e 47 minutos em que respondeu aos questionamentos dos deputados estaduais ela repetiu as afirmações que já fizera à Polícia Civil e ao Ministério Público, apontando o ex-secretário de Estado da Saúde Helton Zeferino como o responsável pela definição da aquisição dos equipamentos da empresa Veigamed.


Fonte/fotos: Agência AL

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