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Executivo do Inter descarta reforços


Cofres raspados, queda de R$ 20 milhões em receitas, um déficit que cresce dia após dia e já ultrapassa a casa dos R$ 50 milhões em 2020... Não é preciso ler muito mais do que isso para ter a dimensão do impacto da pandemia do coronavírus na saúde financeira do Inter.


Após uma série de medidas para cortar gastos - que vão desde demissões a reduções salariais -, o clube gaúcho fecha as portas para contratações no restante da temporada. O Inter não buscará reforços para acrescentar opções ao técnico Eduardo Coudet e condiciona qualquer chegada a saídas do elenco.


E com condições bem rígidas: oportunidade de negócio em que atletas cheguem apenas pelo salário ou por empréstimo. É o que afirma o executivo Rodrigo Caetano.


O executivo trata a manutenção do elenco como "reforço" para a retomada das competições. Mas um reforço improvável diante da urgência do clube por vender "um, talvez até mais" jogadores. No início do ano, o Inter previa faturar mais de R$ 90 milhões com negociações de atleta. Este montante se torna ainda mais necessário em meio à crise.


Até o momento, o Inter não recebeu qualquer proposta oficial por seus jogadores durante a pandemia do coronavírus. Há expectativa de que o mercado seja aquecido com o fim da temporada no futebol europeu.


O zagueiro Bruno Fuchsé o atleta mais valorizado do elenco e está no radar do Milan, por exemplo. A necessidade de vender atletas faz o executivo cogitar até negociar os garotos que pouco atuaram pelo clube até aqui. Mas não a ponto de levar o Inter ao mercado e buscar negociações para saídas.


FONTE: Globoesporte.com

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