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Fórmula 1 não deverá ter nenhuma corrida nas Américas


Pela primeira vez em 70 anos de história, a Fórmula 1 não deverá ter nenhuma corrida nas Américas. A tendência é a de que as corridas de Canadá, Estados Unidos, México e Brasil não sejam realizadas devido aos desdobramentos da pandemia de coronavírus. A F1 deve divulgar nesta sexta-feira as datas dos GPs em Mugello (Itália) e Sochi (Rússia), deixando o restante do calendário a ser divulgado de acordo com a evolução da doença.


Dos quatro países, o que estaria menos distante de receber uma prova seria o Canadá. No entanto, há dificuldade de se encontrar uma janela para a marcação do evento em Montreal numa temperatura aceitável, já que o frio vai aumentando exponencialmente conforme o fim do ano se aproxima.


Já a situação de Estados Unidos, México e Brasil havia sido descrita pelo chefe da Mercedes, Toto Wolff, no último fim de semana. Com o panorama do Covid-19 ainda num nível elevado nestes três países, as equipes não querem se deslocar por questões de segurança.


Nesse contexto, ganha força a possibilidade de Mugello (Itália) e Portimão (Portugal) entrarem no calendário deste ano. O circuito italiano receberia uma prova no fim de semana seguinte ao de Monza, em 13 de setembro, fechando assim uma série de três eventos iniciada na Bélgica, em 29 de agosto. O evento em Mugello possivelmente seria chamado de GP da Toscana devido ao nome daquela região do país, como aconteceu com a segunda corrida em Spielberg sendo batizada de GP da Estíria.


Em relação às corridas finais da temporada, o plano da Fórmula 1 continua sendo ter duas corridas no Barein, nos dias 29 de novembro e 6 de dezembro, e a última corrida em Abu Dhabi, em 13 de dezembro, no encerramento mais tardio de campeonato da história.


FONTE: Globoesporte.com

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