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Grêmio afina protocolo para jogos na Arena após caso de injúria racial no Gre-Nal


A Polícia Civil de Porto Alegre indiciou, no mês de maio, um torcedor do Grêmio por injúria racial ocorrida no Gre-Nal da Arena, pela Libertadores, no dia 12 de março. O caso agora está com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, mas ajudou o Tricolor a afinar o protocolo interno para diminuir problemas ao identificar torcedores no estádio e combater este tipo de conduta.


Conforme apurado pelo GloboEsporte.com, o Grêmio identificou o homem - que não teve o nome revelado pela polícia - como não sócio. O caso gerou uma atenção ao processo, sempre ajustado constantemente, para ser já quase automático em eventuais denúncias futuras. Cada situação, claro, tem sua particularidade, e a intenção é minimizar chances de não haver identificação de torcedores.


O Grêmio FBPA, engajado na luta contra todas as manifestações de preconceito, principalmente as que caracterizam atos de racismo e homofobia, dentro e fora de campo, comunica que o Clube está apurando o episódio ocorrido na noite de ontem entre torcedores da Dupla.


Neste caso, em conjunto com a Arena, o Grêmio detectou o local ocupado pela pessoa, o ingresso comprado e por onde foi feita a entrada no estádio. Até chegar na identidade. Encaminhou o fato para a comissão de ética do Conselho Deliberativo, mas o parecer foi de não ter como penalizá-lo. Todas as informações foram repassadas à Polícia Civil e ao Ministério Público.


O Grêmio já havia informado, um dia após o Gre-Nal, que apuraria o suposto caso. Um vídeo circulou nas redes sociais mostrando um torcedor gremista imitando gestos de macaco em direção ao anel superior da Arena, onde estava a torcida visitante.

FONTE: Globoesporte.com

FOTO: Lucas Uebel/Grêmio

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