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Salário dos pilotos na Fórmula 1 terá teto de R$ 172 milhões a partir de 2023


O impacto econômico da pandemia do coronavírus não se prolongou apenas fora do esporte. Ainda visando mitigar abalos maiores provocados pela crise sanitária, as equipes da Fórmula 1 concordaram em reduzir os salários somados das duplas de pilotos, a partir de 2023, para um teto de 30 milhões de dólares, cerca de R$ 172 millhões.


No fim de maio, os times já haviam aprovado um teto de gastos maior do que o planejado anteriormente, valendo a partir de 2021; o valor final, fechado em 145 milhões de dólares (ou R$ 831 milhões) será reduzido anualmente, até chegar no limite orçamentário de US$ 135 mi (cerca de R$ 776 mi) entre 2023 e 2025. Porém, a proposta excluia os salários dos pilotos e dos diretores das equipes.


Além do valor recebido pelos pilotos, dos quais os US$ 30 milhões poderão ser divididos sob critério da equipe, a expectativa é que os três principais funcionários de cada time, incluindo os chefes e diretores-técnicos, também estabeleçam outro teto específico.


No entanto, a quantia a ser destinada para os pilotos não é estática; o valor pode ir além dos US$ 30 milhões, mas a diferença será descontada do teto de gastos de cada equipe. Além disso, patrocínios pessoais também poderão aumentar os lucros de cada piloto.


Toto Wolff, chefe da Mercedes, pela qual corre Lewis Hamilton - dono do maior salário da categoria -, declarou apoio ao teto de salários para os pilotos, embora defenda que a questão seja definida com cuidado para evitar controvérsias e comparações entre o limite orçamentário da equipe e os salários.


O valor de US$ 30 milhões ainda pode ser alterado, e outras mudanças menores ainda poderão ser discutidas entre as equipes antes que a proposta seja oficializada pelo Conselho Mundial de Automobilismo da Federação Internacional do Automobilismo, a FIA.


Fonte: globoesporte.globo.com

Foto: Bryn Lennon/Getty Images

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