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"Se não tiver a Ressacada, o Avaí não joga o Catarinense", afirma Marquinhos Santos


Líder na primeira fase do Campeonato Catarinense, o Avaí tem como direito ser o mandante do segundo jogo até uma possível final. Em razão ao veto da Prefeitura de Florianópolis, o clube pode não atuar na Ressacada diante da Chapecoense, em confronto agendado para 12 de julho, pelas quartas de finais.


Desta forma, Marquinhos Santos, diretor de futebol do Leão da Ilha, afirmou que o time não entrará em campo se o estádio não for liberado.


No dia 29 de maio, a Prefeitura de Florianópolis liberou os treinos dos times profissionais, mas desde que respeitassem algumas normas de saúde, como o distanciamento de 20 metros entre os jogadores. Mesmo assim, o Avaí manteve os trabalhos em cidades da região, como Palhoça e Biguaçu, que têm medidas mais amenas de combate à Covid-19.


– A decisão já visível para todo mundo é que se não tiver a Ressacada o Avaí não joga, não entra em campo. Também tem que ter o CT para treinar pelo menos uns 10, 15 dias antes de começar os jogos. Se a gente não tiver, não vamos a campo. O nosso jurídico vai trabalhar. O Avaí quer jogar e vai jogar na Ressacada. Se não tiver a Ressacada, a gente não participa do campeonato. O que decidimos é que a Ressacada é a nossa casa e por direito conquistamos o mínimo possível de vantagem de jogar lá, e fora dela não vamos jogar – falou o dirigente


Em entrevista no dia 12 de junho, o prefeito Gean Loureiro afirmou que Florianópolis mantém a proibição de jogos de futebol ou outras atividades esportivas por tempo indeterminado e que considera a decisão do Governo de Santa Catarina, que estipulou veto pelo menos até 5 de julho, como prematura.


Na última quinta-feira, o estádio Renato Silveira, do Guarani de Palhoça, passou por vistoria da FCF e foi liberado para receber jogos do Avaí na sequência do Catarinense. No entanto, a diretoria do Leão trabalha para atuar na Ressacada.


FONTE: Globoesporte.com

TROPICAL FM 97.7 - 2020

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